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    Fanfic: Diário do Professor Delicia- Capitulo 9

    31/07/2015



    Autora: PimentaCullen
    Classificação: +18
    Categorias: Saga Crepúsculo 
    Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
    Gêneros: Hentai, Romance, Drama, Comédia
    Avisos: Nudez, Sexo
    Capítulo: 6
    Status: Em Andamento
    Atualizações: Diariamente 

    Sinopse

    Eu precisava achar a folha do resumo sobre o livro O Morro dos Ventos Uivantes. Era para amanhã e quem não levasse teria um zero bem redondo. Mas não foi isso o que me fez arrepiar, mas sim um caderno, com as capas de couro na cor conhaque e uma tira de couro o amarrando. Tinha um brasão na frente do caderno, mas eu não consegui identificar de quem era. Mas definitivamente aquilo não era meu. Eu estava morta de curiosidade e desamarrei a tira de couro e abri o caderno, na primeira folha estava escrito em palavras com letras elegantes e muito bonitas:

    Diário de Edward Cullen
    Capítulo 9

    POV Isabella

    As garotas me buscaram para ir à escola e eu estava um pouco nervosa, ainda bem que hoje eu só tenho a última aula com ele.

    – Bella, pare de paranóia, diga a verdade.

    – Eu não posso, ele vai desconfiar.

    – Então minta e faça ele perder a confiança em você. Qual dos dois você escolhe?

    – Ok Rose, você está certa, mas...

    – Bella, tenha autoconfiança, querida. Ele não vai te crucificar se você disser que não estava a fim de ir à casa dele antes.

    –E se ele perguntar o porquê de eu ter mudado de idéia?

    – Diga que sentiu saudade da sua mother! - Falou Alicinha.

    – O pior de tudo é que eu inventei que tinha prova dele...

    – Fala que ela descobriu e ficou brava com você, e a braveza dela com a sua saudade, deu em tres noites na casa dele. - Jess disse.

    – Tá. Vamos logo.

    ***

    Por que a hora tinha que passar rápida demais? Agora eu estava a caminho da minha aula de Biologia e estava me preparando para qualquer reação de Edward, o prof delícia. Eu esperei um pouco mais de tempo e depois fui, não queria ficar sozinha com ele... Quer dizer, eu queria, mas... Há borboletas batendo asas em meu estômago, me deixando mais nervosa do que antes. Preciso me acalmar, não tem nada demais em conversar com o meu irmão, Argh!

    Quando cheguei à sala, ele estava olhando algo em seu diário escolar. Entrei e me sentei rapidamente. Agora seria bem melhor se eu não sentasse de cara com ele.

    Ele fez a chamada e claro que eu respondi, ele levantou a cabeça e me olhou sem dizer nada. Ai meu Deus...

    O perfeito perguntou sobre o nosso terrário e respondemos que tudo estava andando bem. Depois ele passou um texto na lousa e explicou uma matéria e disse que haveria prova e um trabalho para fazermos sobre aquele assunto e, quando ele disse isso, deu um sorriso bem largo em minha direção, ele estava me zoando? Mais que audácia! A gente não pode nem mentir mais para os pais que as pessoas se metem no assunto!

    – É para que dia professor? - Perguntou Alice.

    – Não sei. Para que dia você acha melhor Isabella? - Perguntou-me.
    Eu estava morta e enterrada de vergonha. #FATO

    – Que tal para segunda-feira, professor? Assim todos nós podemos fazer no fim de semana e não
    atrapalharemos a nossa semana já cheia.

    Há! Você vai me ajudar! Você vai me ajudar! Você vai me ajudar!
    O meu sorriso era lindo e enorme e o dele, como resposta, era de tirar o fôlego.

    – Ok. Você está certa. Saiba gente, que não quero um trabalho de ctrl c e ctrl v, procurem em livros.

    – Posso pedir ajuda a alguém?

    – Quem seria esse alguém? - Ele perguntou.

    – O senhor vai saber quando eu entregar o trabalho... E, bem, a prova, pode ser na segunda também, assim quando fizermos o trabalho automaticamente estaremos estudando pra prova.

    – Ok Bella, você me convenceu. Eu queria dar a prova na sexta, mas seus argumentos são bons.

    – Eu sei.

    Ok. Eu não sei o que acabou de acontecer. Eu estava conversando com ele e na frente de todo mundo, sem contar o jeito que ele me olhou quando disse que eu o tinha convencido.
    A aula acabou e eu estava arrumando as minhas coisas como sempre até as garotas ficarem me esperando.

    – Isabella, eu preciso falar com você.
    Eu sabia...

    – Bem, a gente te espera lá fora, Bella.

    – Tá.

    Elas saíram e ele veio até mim. Olhou-me tentando disfarçar, mas as minhas bochechas ficaram rosadas do mesmo jeito.

    – Por que você mentiu para a sua mãe, Bella? - Perguntou tentando esconder um sorriso.

    – É que... Eu não queria ir, sabe? A minha mãe é um pouco...

    – Adolescente demais?

    – Exatamente isso e ela fica me enchendo a cabeça.

    – Com o que?

    – Com essas coisas fúteis. Prefiro ficar com o meu pai.

    – Então quer dizer que você não vai lá em casa esse fim de semana?

    – Vou! Eu estou com saudade dela, apesar de tudo.

    – Se você queria mentir pra sua mãe, poderia ter falado de outra matéria e não da minha.

    – É que eu não sabia...

    – Imaginei. Bem Bella, espero que goste do meu pai e, claro, de mim, como o Edward e não como seu professor.

    Eu já gosto de você...

    – Claro.

    – Ah, segunda-feira eu te trago na escola, não tem problema não.
    Puta que pariu, eu esgano a minha mãe.

    – Ok.

    – E, eu posso te ajudar no trabalho sim, se era essa a resposta que você queria antes.

    – Ata. Tchau Profess...

    – Edward. Só Edward.

    – Tchau, Edward!

    –Tchau, Bella. - Ele disse ao me abraçar e me dar um beijo no rosto.

    *Morri*

    Depois ele sorriu e me guiou até a porta.

    Eu não conseguia raciocinar. A sensação dos lábios dele, mesmo que em meu rosto, era maravilhosa. Meu rosto estava ainda mais quente e formigando agora, onde ele beijou. Ah... Quase que desfaleço de tanta moleza em meu corpo.

    ***

    Hoje eu vou dormir na casa da minha mãe.
    Ela já está por vir e as minhas coisas estão prontas. Avisei o meu pai naquele dia mesmo em que minha mãe ligou e ele deixou. O meu material, algumas roupas que a Alice tinha escolhido, uns sapatos...

    Escutei a buzina do carro da minha mãe e desci correndo.

    – Tchau Pai! Tchau Sue! Tchau Rita/Nina!

    – Tchau. - Responderam.

    Apesar de estar um pouco ansiosa, eu estou feliz. Vou finalmente conhecer o homem da minha vida, não só como o meu prof.

    – E aí garota, como está?

    – Estou ótima, mãe!

    – Estou vendo. - Disse rindo. - Adivinha quem fez um suflê só porque você via lá em casa?

    – Quem? - Eu disse sem entender. A minha mãe é uma péssima cozinheira.

    – O seu lindo professor.
    Eu corei.

    –Jura?

    – Juro. Se duvidar ele é o que está mais animado por você dormir lá.

    – Até parece, mãe.

    – Minha Nutella, é verdade. Limpou até a piscina aquecida caso você quisesse nadar e separou alguns livros para te ajudar com um tal trabalho.

    – Ual.

    – Vocês dão um belo casal.

    – Mãe, pare! Se algo acontecer, quero que seja do meu jeito.

    – Tá, não vou me intrometer, mas eu acho que vocês formam um belo casal. Edward é lindo.

    – Muito lindo. - Suspirei.
    E ela apenas riu guiando o carro pelas ruas frias.

    – É aqui, meu picolé de doce de leite.

    – Nossa.

    –É linda a casa, não é?

    – Muito.

    – Venha, vamos entrar.

    – Está bem.
    Peguei as minhas coisas do carro com a ajuda da minha mãe e ela abriu a porta.

    – Seja bem vinda, meu pastel de brigadeiro!
    A casa era perfeita e imensa.
    Mas eu não o vi.

    – Ele deve estar no banho, minha língua de gato da cacau show.

    – Eu não disse nada.

    – Eu te conheço. Vou te mostrar o seu quarto.

    – Ok. E o seu noivo?

    – Está no hospital.

    – Hum.
    Quando estava indo até o quarto que seria meu, uma porta ao lado se abre e um Adônis sai de lá com apenas uma calça de moletom, secando os cabelos e não deve ter me visto. Como ele era musculoso.

    – Onde será que eu coloquei aquela camiseta branca? - Resmungou.

    – Coloquei para lavar, Edward. A azul clara está em seu guardaroupa.- Minha mãe disse.

    – Oh Renne, não tinha te visto. Obrigado.

    – De nada. Venha, Isabella.

    – Tá.

    – Bella, você já chegou! - Falou feliz.

    – É, cheguei, não é?
    Ele apenas riu e voltou ao quarto.

    – Hum, Bella! -Minha mãe riu.

    – Fique quieta, por favor.

    – Ok. Arrume as suas coisas e depois eu volto e te chamo, tá?

    – Tá.
    E comecei a arrumar as minhas coisas no quarto..
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