Autora: PimentaCullen
Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Hentai, Romance, Drama, Comédia
Avisos: Nudez, Sexo
Capítulo: 6
Status: Em Andamento
Atualizações: Diariamente
Sinopse
Diário de Edward Cullen
Capítulo 10
POV Isabella
Eu já tinha arrumado as minhas coisas e agora eu estava deitada naquela confortável cama. O quarto era lindo, branco, mas com as cortinas de um verde claro. E eu, estranhamente, me sentia em casa.
A visão de Edward sem camisa me deixou tonta. Ele era perfeito. Seu peitoral era magro, mas definido, musculoso. Ai meu Deus, um dia esse homem me mata. Suspirei e sorri ao imaginar o abraço que damos no início da semana, nunca ele fora tão caloroso comigo.
Escutei leves batidas na porta e murmurei um entre.
– Bella, o jantar está na mesa. Venha comer antes que esfrie. - Disse. Não pude deixar de notar que agora ele usava uma camiseta, não tão formal.
– Já vou profess.
– Edward. Aqui eu sou apenas o Edward.
– Eu sei, mas é um pouco estranho lhe chamar de Edward, você é o meu professor de biologia.
– Eu quero que você me conheça como Edward e não como o seu professor, também sou gente. -
Falou sorrindo.
– Ok, EDWARD! - Eu disse rindo. - Então eu aqui também não sou a sua aluna perfeita, sou apenas a Bella. Fechado?
– Fechado, mas você sempre será a minha aluna preferida.
– Grande diferença! - Eu revirei os olhos.
– Venha, a sua mãe está um tanto esquisita essa noite. - Estendeu a mão pra mim, já que eu continuava deitada na cama.
– Um tanto quanto? - Perguntei enquanto segurava a sua mão e pegava impulso e acabei perdendo o equilíbrio e ele me segurou contra o corpo dele.
– Um tanto muito. - Falou com a voz rouca. Minha cabeça girava de tanto deslumbramento. Ele olhou nos meus olhos e acariciou as minhas bochechas que ficaram ainda mais vermelhas com o toque inesperado.
– Er. Vamos?
– Vamos. - Respondeu se afastando de mim imediatamente.
E descemos para jantar.
***
– Que delícia! –Exclamei, saboreando.
– É gostoso, não é? - Sussurrou com a boca ocupada.
– Hamham. Como você pode ser tão bom nessas coisas?
– Segredo.
Eu ri.
– Sério, você é muito bom cozinheiro.
– Só como cozinheiro também, ainda bem que não morro de fome.
– Nada a ver, você também é um ótimo professor.
– Acho que você merece um DEZ!
– De média, de preferência. - Entrei na brincadeira. - É sério agora, há algo em que você não seja bom?
– Não, não há. Eu sou bom em tudo.- Acho que estou pior que um camarão de tão vermelha. Ele falou a mesma frase que a minha e com certeza não tinha nada haver com a escola dessa vez.
– Mentira, ele não é bom em arrumar quartos, o dele é uma zona.
Minha mãe disse. Tinha quase me esquecido da presença dela.
– Renne. Não precisava contar essa parte!
– Ok eu vou desmentir agora. Filha, ele é ótimo em tudo mesmo, melhor impossível então acho bom você.
– Mãe!
– O que?
– Nada. Eu quero dormir, posso ir?
– Claro.
– Ah Bella?
– Sim, Edward?
– Amanhã ficaremos só nós dois, pois sua mãe vai sair cedo, mas aí poderemos fazer o seu trabalho, ok?
–É. Tudo bem.
Não, não era nada ok.
Edward e eu, sozinhos? Vixi!
– Er. Eu vou subir. Boa noite.
– Boa noite, querida. Sinta-se em casa.
Assenti rapidamente.
– Boa noite Bella e espero que goste daqui.
Acho que vou amar aqui.
– Ok.
E subi. Hoje foi estranho, muito estranho.
Nunca que Edward e eu conversamos tanto e isso era bom, apesar de estranho. Eu tinha me esquecido de fazer qs coisas que as garotas me ensinaram para conquistá-lo, então amanhã eu as colocaria em prática. Aconcheguei-me na cama e fechei os olhos querendo dormir.
***
– Bella?
– Edward? O que faz aqui?
– Eu preciso de você.
– Como assim? Eu não estou entendendo.
– Shh. Só sinta, ok?
– Hamham.
Ele deitou sobre mim e traçou beijos pelo meu pescoço até os meus lábios. Eu não estava acreditando no que estava acontecendo, a minha pele ardia a cada toque dele. As minhas mãos acariciavam seus bíceps e as dele tiravam minha blusa. Eu estava apenas de sutiã e seus olhos não saiam de meus seios.
– Eles são lindos.
– Eles são pequenos.
– Você é a minha pequena. - Disse sorrindo e voltando a me beijar calorosamente. As minhas mãos saíram de seus bíceps e foram até a sua camiseta e eu a puxei para cima. Quando a camiseta dele não atrapalhava mais a minha visão daquele peitoral, eu comecei a tateá-lo com veemência.
Os lábios dele saíram da minha boca e desceram até meus seios, beijando-os ainda por cima do sutiã. Passou os dedos por eles e abriu o fecho que era na frente. Começou a massageá-los tirando gemidos abafados de minha boca.
– Edward. Oh.
– Isso, gema minha pequena.
Suas mãos saíram de meus seios e foram descendo até que chegaram ao cós de minha calça. Ele desabotoou e abriu o zíper da minha calça a abaixando com certa rapidez. Seus dedos roçaram o meu sexo, mesmo que por cima da calcinha, o deixando quente com o seu toque. Começou a fazer movimentos rápidos com o polegar e eu me contorcia de tanto prazer.
– Mais, por favor. - Eu implorava, quase chorando.
– Seu pedido é uma ordem, pequena.
Abaixou a minha calcinha e começou a passear os dedos pela minha intimidade, agora molhada. Ele começou a massagear o meu clitóris com uma mão e com a outra me puxava para um beijo lascivo.
Nossas línguas duelavam de forma sensual e quente. E simplesmente estava amando o que eu estava sentindo, porque, principalmente, eu estava sendo amada por Edward. O meu amor.
– Eu te amo. - Sussurrei contra seus lábios.
– Eu sei. - Falou selando-os novamente. - E eu também amo você.
Acho que o meu sorriso era maior que tudo. Ele me amava!
– Ame-me?
– Amarei pequena, você será só minha. Prometa?
– Prometo.
Depois sua boca procurou a minha e senti seu membro rijo entre as minhas pernas.
Quando ele tirou as calças?
Não sei.
Eu não sabia de nada naquele momento, apenas que eu era dele e que ele era meu.
Seu membro foi chegando mais perto, e meu medo pelo estranho não passava de um leve tremor, pois era Edward ali, o meu Edward. Quando ele entrou em mim, uma dor aguda eu senti naquele ponto. Deu-me vontade de choramingar, mas fui forte.
– Quer que eu saia?
– Não, continue, por favor.
Ele continuou e quando chegara até o fundo, eu percebi que agarrava os lençóis com certa força.
– Relaxe, senão irá doer, pequena.
Fiz o que ele pediu e esperei a ardência diminuir e depois ele começava a se movimentar devagar. Os meus braços agarraram seu pescoço enquanto ele me beijava e estocava com um pouco mais de rapidez. A sensação era no início, um pouco incomoda, mas, depois, algo quente começou onde estávamos ligados um no outro. Algo intenso, forte, verdadeiro.
Beijei seu pescoço e comecei a rebolar devagar, procurando um atrito mais gostoso, e sim, era muito mais gostoso com os dois se movendo, mesmo eu sem saber direito o que eu estava fazendo. Meus músculos começaram a se contrair prevendo uma sensação maravilhosa, eu não sabia o que estava acontecendo comigo, até algo escorrer pelas minhas pernas. Era prazer, puro prazer. Meu e de Edward.
Edward saiu de mim e puxou-me para seu peito, aconcheguei-me ali e fiquei escutando o som de seu coração.
– Durma minha pequena, durma.
E eu escutei o meu celular tocando que nem louco.
Acordei assustada com o que eu tinha acabado de sonhar. Será que era assim que Edward se sentia quando tinha aqueles sonhos comigo? Eu me sentia plena e, meu Deus, eu estava molhada de verdade.
Peguei o celular e vi a hora. Era três e meia da manhã, por que será que Jéssica estava me acordando justo agora?!
– O que você quer? - murmurei ainda sonolenta.
– Nossa, só queria saber como estava sendo a sua primeira noite na casa do prof.
–Foi normal, agora me deixe dormir, por favor?
– Que mau humor, amanhã eu ligo e você vê se me trata melhor, ouviu?
– Ta Jess, desculpe, mas estou com muito sono mesmo, beijos e depois eu falo com você.
– Ok, tchau.
– Tchau.
Tentei dormir, mas não deu.
Tive que tomar um banho gelado, para poder esfriar o meu corpo que estava pelando de quente.
Edward está acabando comigo. #MAISDOQUEFATO
Depois do banho gelado, coloquei uma calça de moletom e uma regata branca, olhei pela janela do meu quarto e percebi que estava chovendo muito forte.
Eu não sei o que está acontecendo comigo. Eu sonhei que era amada por ele e até tive um orgasmo com isso. São sensações estranhas para mim, mas não tenho com quem falar sobre isso, eu teria vergonha de falar com as minhas amigas, não sei o que fazer.
O pior vai ser quando estivermos sozinhos nessa casa e eu irei acabar me lembrando do meu sonho cada vez que ele aparecer, que ele sorrir, que ele falar, que ele. Como posso ser tão apaixonada por ele? Eu sonhei que fazia amor com ele! Isso é errado, porque eu simplesmente me iludo sozinha de um romance quase improvável. Por que será que ele sonha comigo? Eu o desejo, mas o meu amor é maior que qualquer outro sentimento. Eu sei que ele me deseja, mas será que ele também me ama? Em meus seus sonhos não tinha palavras românticas, talvez por ele for homem, a verdade é que eu não sei de absolutamente nada e estou mais do que confusa.
Deitei-me na cama e praticamente rezei para não sonhar novamente com ele, mas foi em vão. Sonhei com ele, mas dessa vez estávamos em uma linda campina, eu estava encostada em seu peito, escutando o som de seu coração junto com os sons dos passarinhos, havia várias flores silvestres no local e eu apenas sorria enquanto ele acariciava os meus cabelos, que se mexiam junto ao vento. Uma garotinha feliz corria pela campina e eu me sentia em paz.
Acordei um pouco estranha.
Por que eu sonhara com essa imagem que agora não saía de minha cabeça? E quem era aquela garotinha feliz? Um arrepio eu senti por todo o meu corpo quando escutei um barulho lá em baixo.
Levantei-me e olhei no relógio do meu celular, eram oito e quinze. Penteei meu cabelo e o prendi em um rabo de cavalo, fui ao banheiro e escovei os meus dentes umas duas vezes para tirar o mau hálito matinal, tirei a calça de moletom e coloquei uma bermuda jeans, passei um gloss nos lábios e uma maquiagem bem leve, quase nada. Calcei um chinelo e desci.
Passei pela sala e não tinha ninguém, fui até a cozinha que era de onde vinha o barulho e quando cheguei lá pude ver que era Edward tentando fazer um suco de laranja, mas a cozinha estava toda bagunçada.
– Er. Quer ajuda? - Perguntei.
– Não, que isso. Acha mesmo que eu não sei nem fazer um suco de laranja?! - Perguntou enquanto virava para mim e o aparelho, que fazia aquele barulho todo, foi ao chão.
– É, acho que você não sabe fazer nem um suco de laranja. - Eu disse rindo.
– Ei, pare de rir!
– Deixa que eu faço o suco, ok? Senta-se ali, onde é seguro. - Eu disse apontando para a última cadeira da mesa.
– Ok. - Ele disse se sentando lá.
Eu peguei o espremedor e comecei a limpá-lo e depois limpei o chão que estava todo melecado de suco. Peguei umas laranjas e as espremi, coei o suco e o coloquei no liquidificador com gelo e açúcar, e o bati.
Coloquei o suco em uma jarra de vidro e o servi em dois copos.
– A minha mãe já saiu? - Perguntei.
– Hã.? Ah. Sim, já saiu. - Respondeu meio perdido.
– Hum. Foi você quem arrumou essa mesa com o café da manhã?
– Foi. Mas o suco não deu muito certo, sabe.
– Eu tinha percebido. Se não fosse eu, não haveria suco!
– Ainda bem que você existe. O mundo é melhor com as pessoas que sabem fazer suco.
Eu ri abertamente e o olhei discretamente. Mas bastou para eu me lembrar do meu sonho perverso e eu corei.
– Venha comer, Bella.
– Ok.
Sentei-me na cadeira em frente a ele e peguei uns pãezinhos e o requeijão. Tomei o suco que estava uma delícia e ainda comi um pedaço de bolo. Eu era magra de ruim mesmo.
– Bella, hã. Aconteceu algo com você ontem à noite?
– Não. Por quê? - Eu já me encontrava nervosa e, com certeza, estava corando.
– Ah, é que eu pensei ouvir uns sons estranhos de seu quarto.
Foi o que bastou para eu me engasgar com outro pedaço do bolo. Eu estava sem ar. Vou morrer.
– Cóf. Cóf. Cóf
– Bella! - Ele se assustou e veio dar uns tapinhas em minhas costas. Com muita sorte eu desengasguei a tempo. - Quer água?
– N-não, obrigada. Er. Bem, ontem à noite a Jéssica me ligou, foi só isso.
– A Jéssica?
– Hamham.
– Hum. Nós podemos fazer o seu trabalho agora ou depois do almoço. Qual você escolhe?
– Depois que eu lavar a louça, pode ser? - Eu tinha que me ocupar com algo.
– Não precisa lavar, não vai querer estragar as unhas.
– Acha mesmo que vou ficar aqui sem ajudar? Não sou dessas.
Levantei-me e fui lavar a louça e ele desapareceu. Fiquei lá lavando e pensando nele como uma boba, até que a voz dele me assustou e me fez acertar a faca na palma da minha mão direita cortando-a fundo, visto o sangue que saiu.
– Bella? O que foi? - Ele perguntou assim que eu comecei a choramingar.
– Nada não. - Respondi em um fio de voz. Coloquei a minha mão em baixo d’água para limpar o corte.
– A sua mão está sangrando! - Disse vindo até mim com um pano de prato.
– Não precisa. - Falei puxando a minha mão. Eu tinha vertigem quando via sangue e uma coisa ruim quando tinha alguém por perto quando eu sangro. Como se fosse piorar o que já estava ruim. Senti uma tontura.
Ele não me ouviu e me puxou para mais perto. Limpou e apertou o pano no corte para estancar o sangue.
– Não foi tão fundo, ainda bem. Se você quiser, eu te levo no hospital e meu pai vê melhor.
– Não precisa mesmo. - Eu disse.
– Venha cá, eu vou passar um remédio.
Eu o segui até onde deveria ser seu quarto. O quarto dele não chegava a ser a zona que a minha mãe disse, mas também não era a perfeição. Ele ligou a luz e disse:
– Sente-se.
No quarto dele não tinha cadeira para eu sentar, então sentei na cama mesmo e pelo jeito que ela estava desarrumada...
Edward voltou com uma caixa de primeiros socorros e sentou-se ao meu lado. Pegou a minha mão delicadamente e limpou novamente o corte, agora passando um remédio que ardia um pouco.
– Ai. - Eu resmunguei meio que puxando a minha mão.
– Shh. Eu sei que arde um pouco, mas você tem que agüentar, pelo menos por um pouquinho.
Eu agüentei.
Enquanto ele cuidava da minha mão eu o analisava, ele parecia tão carinhoso, tão cuidadoso, tão lindo. Nem tinha percebido que eu sorria ao olhá-lo até ele dizer:
– O que foi? - Perguntou também sorrindo.
– Nada. - Falei olhando para baixo enquanto corava.
– Pronto. - Disse e beijou a minha mão. - Vai melhorar.
– Vai sim.
– Bella?
– Sim?
– Eu queria te perguntar algo, mas tenho medo de sua resposta.
Meu coração palpitava fortemente em meu peito.
– Pergunte.
– Eu q-queria saber se. se. você.
– Se eu...
– Se você quer ser minha amiga. - Falou rapidamente. - Porque eu não tenho amigos e você é uma boa garota. Eu conheço a sua mãe e eu sempre me sinto só e te acho, sabe... Meiga, eu queria que você fosse minha amiga, mas se você achar que sou velho demais para ser um de seus amigos, tudo bem, entenderei.
Foi horrível.
Eu pensando que nem uma idiota que ele iria dizer que também me ama, mas ele só me vê como uma amiga. Uma amiga. Meu mundo desabou agora, não sei o que falar. Sei que quem entra no team amigos, não sai de lá nunca mais. Então eu iria sofrer. Ele se sente só e quer a minha companhia e mesmo como uma amiga, eu quero o bem dele. Seja qual for o meu papel, eu estarei ao lado dele, mesmo quando ele aparecer com alguma mulher para me apresentar querendo a minha opinião, eu estarei ao lado dele, colocarei o meu amor em segundo plano, porque pra mim, o importante é que ele seja feliz. Nada mais. Só não sei até quando irei agüentar.
– Eu sou um idiota, até parece que você quer ser minha amiga.
– Não, não! É claro que eu quero.
– Mas você não falou nada.
– É que eu fui meio pega de surpresa.
– Ah. Então você vai ser mesmo minha amiga?
– Se é o que você quer.
– É sim! - Disse e me abraçou. - É tão bom ter uma amiga como você.
Eu queria chorar, mas segurei as lágrimas e olhei em seus olhos.
– Faço das suas as minhas palavras.
Ele sorriu e voltou a me abraçar. Pelo menos eu estarei perto dele. Eu sou capaz de fechar o meu coração pela felicidade dele. Bem, era o que eu achava.

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